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Siniav
Sistema de Controle vai monitorar veículos roubados, furtados ou com multas, mas há receio quanto ao vazamento de dados pessoais dos motoristas
Em quatro meses, o governo do Paraná deverá concluir um projeto de monitoramento 24 horas de todos os veículos que circulam pelo estado, uma espécie de Big Brother Brasil do trânsito. Na semana passada, o Decreto n.º 3.717 do governador Beto Richa criou um grupo gestor para a elaboração do Sistema Paranaense de Controle e Monitoramento de Veículos. Ainda no papel, o projeto já é foco de polêmica. Ao mesmo tempo em que não há verba para a implantação do novo mecanismo, o temor da vigilância em tempo real causa uma discussão acalorada entre especialistas. O projeto do Paraná faz parte de uma determinação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) de 2006, adiado até agora, para que se instale no país o Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (Siniav). O território nacional deverá ser ocupado por antenas que promovam a leitura de placas eletrônicas instaladas nos 70,5 milhões de veículos do país (veja o infográfico abaixo) até junho de 2014.
O grupo gestor paranaense é formado por sete secretarias estaduais, mais a Companhia de Informática do Paraná (Celepar) e o Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR), que encabeça o projeto. Apesar do esforço inicial, ainda não se sabe qual custo o estado terá para a instalação de todo o mecanismo nas cidades e nos veículos e quanto o cidadão comum deverá desembolsar para integrar a rede.
O estado de São Paulo, por exemplo, adquiriu um sistema de tecnologia semelhante dentro de um projeto chamado Ponto a Ponto, que permite o pagamento do pedágio de forma proporcional aos quilômetros percorridos pelo motorista. Foram comprados 1 milhão de tags (placas eletrônicas) e nove portais (ou pórticos), por R$ 24 milhões ao todo, para cobrir apenas a área da rodovia SP-75 entre Indaiatuba e Campinas, no interior paulista.
Como o Paraná ainda não tem dinheiro para realizar o projeto, uma das solicitações feitas pelo Decreto ao grupo de elaboração é a busca por uma “articulação” com o governo federal e com organismos internacionais para captar recursos. Estados como Rio de Janeiro e São Paulo já testam o sistema.
“Sem dúvida o custo é um obstáculo para a realização de qualquer projeto, porém há de se avaliar os benefícios que ele venha a trazer”, afirma o secretário municipal de Trânsito de Curitiba, Marcelo Araújo. Segundo Araújo, o sistema pode diminuir o valor do seguro dos veículos e dar mais segurança. “O poder público está fazendo seu papel”, defende.
A assessoria de imprensa do Detran-PR informou, sem mais detalhes, que o projeto paranaense atenderá às exigências do Siniav, mas deve ir além. De acordo com a assessoria, a direção do órgão deve se pronunciar apenas após a primeira reunião do grupo, nesta semana. Os representantes das secretarias também preferiram não comentar o projeto.
Custo
A carga do custo dos veículos poderá ser absorvida pelas fábricas de automóveis, com instalação da placa eletrônica direta na produção. No entanto, o valor poderá ser repassado para o preço final do produto, um peso a mais para o cidadão. Haverá ainda o custo para os donos de veículos que já rodam pelo país sem a tecnologia. A Associação Nacional de Fabricantes de Veículos foi procurada pela reportagem, mas não retornou até o fechamento desta edição.
Invasão de privacidade causa preocupação
O vazamento de informações não é raro no Brasil: já ocorreu em operações policiais e em casos envolvendo a divulgação de débitos fiscais de parentes de políticos. Por esse motivo, o possível acesso a dados pessoais sigilosos é uma das preocupações em relação ao Siniav.
A linha que separa o uso correto das informações e a invasão de privacidade é tênue. Para o advogado especialista em Direito Constitucional Paulo Shier, o controle dos dados pessoais deverá ser feito de maneira independente, por um órgão interno ou externo, sem qualquer ingerência política. “O que o grupo de estudos – que elabora o projeto no Paraná – tem de prever é a pena se a informação for usada indevidamente”, explica o advogado.
Segundo Shier, o risco de a população viver um “Big Brother Brasil”, com o governo ciente de onde cada um está a todo o momento, é inevitável. “O estado tem de se municiar cada vez mais para fiscalizar. A questão é o controle muito forte desses dados, como evitar e punir esses desvios. Tem de respeitar os direitos fundamentais da privacidade e intimidade”, afirma.
Já na avaliação do advogado criminal Edward Carvalho, o projeto já nasce inconstitucional. “O estado vai saber qual a rotina de cada cidadão. É um estado policial puro sob o pretexto de apurar irregularidades”, critica. Segundo Carvalho, o estado já tem controle de dados pessoais atualmente. “Sempre há uso político da informação. E se essas informações caírem nas mãos de sequestradores?”, questiona. “A tornozeleira eletrônica nunca funcionou para monitorar, porque o estado não tem dinheiro para implantá-las. Como vai conseguir implantar isso?”, acrescenta.
Fonte/foto Gazeta do Povo
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No último fim de semana das férias escolares, milhares de veranistas aproveitaram as areias do Litoral paranaense no sábado e no domingo. E o tempo colaborou bastante para que a orla ficasse lotada de gente e de guarda-sóis.
Com pouco vento e elevadas taxas de umidade do ar, a sensação de calor foi maior do que os termômetros registraram em todo o Litoral durante o fim de semana. Ontem, a temperatura em Guaratuba chegou aos 30,5ºC, com sensação de 38ºC. Em Antonina os termômetros registraram 37ºC e a sensação de calor para quem estava na cidade foi de 51ºC.
Bom para a educadora física Barbara Api, de 27 anos, que pegou a estrada em Curitiba na sexta-feira, dia 3, com a mãe, Maria Eunice Vanproba, de 51 anos, para aproveitar o sol em Matinhos. “O dia estava ótimo, com calor desde bem cedo. A gente espera a semana toda para vir e quando o tempo está bom, dá até uma tristeza de ter que ir embora”, disse Barbara, que caprichou no estoque de água mineral e frutas para tentar driblar o calorão. As duas voltaram para a capital ontem . “Mas no fim de semana que vem estamos de volta. Aproveitar para tomar sol e tentar mudar a cor um pouco”, afirmou a educadora física.
O sábado também foi de muito calor. Em Curitiba, a temperatura durante a tarde chegou aos 34°C, a mais alta já registrada desde janeiro de 2006, quando atingiu os 34,8°C, de acordo com o Simepar. O recorde em 2012 havia sido registrado na sexta-feira (3), quando os termômetros chegaram a marcar 32,7°C.
A temperatura de 34°C também é um recorde para o mês de fevereiro. Desde que o Simepar iniciou a série história, em 1998, a temperatura nunca havia chegado a este patamar na capital em fevereiro. Em apenas uma semana, Curitiba bateu dois recordes de temperatura: a mais baixa do mês de janeiro, na madrugada de sexta-feira (27), com 10,9ºC, e a mais alta do mês de fevereiro, com 34°C.
No sábado, Guaratuba registrou temperatura de 29,9ºC, com sensação térmica de 36ºC. Em Antonina o calor foi ainda maior e os termômetros atingiram 37,4°C durante a tarde, mas a sensação térmica foi de 48°C.
Para a alegria de quem pode ficar mais uns dias no Litoral, as temperaturas devem seguir elevadas durante toda a semana.
Fonte/Foto Gazeta do Povo
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Cerca de 70,6 mil motoristas paranaenses foram punidos com a perda da carteira de habilitação em 2010, segundo o Detran
O número de motoristas paranaenses que tiveram a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa chegou a 70,6 mil em 2010 – um aumento de 43% em relação a 2009. As estatísticas, que fazem parte do último anuário divulgado pelo Departamento de Trânsito do Paraná (Detran), alertam para a escalada de infrações no trânsito cometidas nos últimos anos, estimulada pela evolução da frota de veículos e de condutores recém-habilitados. Do total de suspensões, 42,3 mil ocorreram devido ao atingimento de 20 pontos na carteira e 28,4 mil foram motivadas por infrações gravíssimas, como dirigir sob influência de álcool, conduzir a moto sem capacete ou transitar em velocidade superior à máxima em mais de 50%. Em Curitiba, a evolução no número de CNHs suspensas foi ainda maior do que a média estadual, chegando a 65%: enquanto 14,4 mil condutores tiveram de passar por cursos de reciclagem em 2009, a penalidade atingiu 23,8 mil em 2010.
O Detran, porém, reconhece que boa parte das suspensões em 2010 é decorrente de infrações cometidas nos anos anteriores, ainda em 2008 e 2009. Isso porque a penalidade ocorre somente após todos os recursos possíveis serem julgados – tanto para recorrer da multa individual quanto da suspensão (veja box nesta página). Processo que, caso a infração tenha sido cometida em outro estado, pode levar até mais de um ano.
Tanto para questionar multas aplicadas ou a suspensão da carteira, o motorista pode recorrer a três instâncias diferentes: o órgão de trânsito que fez a autuação, as Juntas Administrativas de Recursos de Infrações (Jaris) e o Conselho Estadual de Trânsito (Cetran). Apesar da análise dos recursos se estenderem, os pontos continuam vigentes na carteira, acarretando na suspensão depois de todo o processo finalizado.
Sem vagas
O número de carteiras suspensas em 2010 chegou a ser três vezes maior do que o total de vagas disponíveis nos cursos de reciclagem do Detran. A demanda fez com que o órgão aumentasse em 135% o número de vagas, passando de 23,5 mil em 2010 para 55 mil no ano passado. Mesmo assim, sem condições de atender todos os motoristas, o Detran passou a credenciar autoescolas para ministrar a reciclagem.
“Uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito diz que, no período de 12 meses, mesmo se o motorista chegar aos 40 ou 60 pontos, ele receberá apenas uma suspensão (ao invés de ter de fazer uma reciclagem a cada 20 pontos). Caso essa nova interpretação não fosse seguida, certamente o número de carteiras suspensas seria muito maior”, afirma a coordenadora de infrações do Detran, Marli Batagini.
Em 2010, o número de infrações cometidas no Paraná chegou a 2,1 milhões. O total de multas aplicadas no ano passado no estado ainda não foi divulgado pelo Detran, mas a estimativa é que seja atingida a marca de 3 milhões de autuações – caso a média mensal de 250 mil multas no primeiro semestre tenha se mantido até o fim do ano.
Direção sem capacete e em alta velocidade
Somente as multas aplicadas por transitar em velocidade superior à máxima permitida em mais de 50% e conduzir moto sem capacete foram responsáveis em 2010, na capital, por mais da metade das suspensões diretas – quando uma única infração faz com que o motorista tenha a habilitação suspensa. Tanto em Curitiba quanto no estado, outras infrações gravíssimas também foram comuns, como dirigir sob efeito de álcool e fazer manobras perigosas no trânsito.
Para o psicólogo do Núcleo de Psicologia do Trânsito da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Diogo Picchioni Soares, apesar de os cursos de reciclagem serem fundamentais para o processo de mudança de atitude dos motoristas, a metodologia adotada precisa ser revista. “O intuito da reciclagem não é simplesmente fazer o motorista cumprir a lei. O que importa é que ela diminua os riscos no trânsito. Mas, quando tentamos fazer as pessoas perceberem esses riscos dentro da sala de aula, de maneira chata, se limitando a números e vídeos, elas tendem a subestimar essas informações”, afirma o psicólogo.
Mau comportamento
Os dados do Detran mostram que, de fato, a reciclagem não produz mudanças de comportamento em parte dos motoristas. Em 2010, 3,9 mil condutores no estado tiveram a CNH cassada, tanto por terem voltado a cometer infrações gravíssimas em menos de um ano ou por terem sido flagrados dirigindo mesmo com a carteira suspensa. Quando a habilitação é cassada, o motorista fica dois anos sem poder dirigir e, ao final do período, precisa fazer exames de sanidade física e mental, e provas teóricas e práticas no Detran.
Mesmo assim, há quem acredite que a suspensão temporária da CNH, seja pelo transtorno causado ao motorista ou pela obrigatoriedade da reciclagem, é a forma mais eficaz de trabalhar a educação no trânsito. “A tendência é sempre aumentar o número de multas. E, para combater isso, acredito na educação. Só assim, por meio do curso, conseguiremos fazer as pessoas refletirem”, afirma o presidente do Sindicato dos Proprietários de Centros de Formação de Condutores do Paraná, Justino Rodrigues da Fonseca.
Fonte/ Foto Gazeta do Povo
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Banhistas ignoram os perigos do mar, dos rios ou piscinas. Os mais imprudentes são meninos, rapazes e jovens adultos
Aplacar o calor dos últimos dias no Paraná tomando banho de mar, piscina ou rio é uma atitude que requer cuidados. Duas mortes por afogamento no Litoral nesta semana são a prova de um risco real, mas muitas vezes ignorado. A boa notícia é que dá para se divertir sem se expor a perigos. Não houve casos de mortes nos locais e horários em que guarda-vidas estão atentos aos banhistas. Mesmo com a grande quantidade de veranistas no Litoral, janeiro passou sem nenhum óbito dessa natureza. Para o tenente Eziquel Roberto Siqueira, do Corpo de Bombeiros, aos poucos a população está se conscientizando que entrar na água após ingerir bebida alcoólica não é uma boa ideia, e isso está ajudando a diminuir os casos graves. “Vale a mesma regra do trânsito, porque quando a pessoa está sob o efeito de álcool a percepção de risco e mesmo os reflexos ficam alterados.” Sobre a exposição a perigos, ele faz um alerta para os adolescentes. A maioria dos salvamentos envolve meninos, rapazes e jovens adultos que estão brincando na água junto com amigos e são imprudentes porque não acreditam que estão sujeitos a perigo.
Entrar na água em horários de visibilidade reduzida (à noite e de madrugada) é outra postura de risco. “Além de o perfil do mar, por exemplo, sofrer alteração durante a noite, para a segurança do banhista é preciso que ele consiga ver bem e também seja visto, para poder ser mais facilmente salvo em caso de afogamento”, diz. Segundo ele, não é uma simples coincidência nenhuma morte ter acontecido em local e horário monitorados por salva-vidas. Os bombeiros realizaram 700 resgates e pelo menos 13 salvamentos mais complicados poderiam ter entrado para as estatísticas como tragédias.
Desde 16 de dezembro, início da Operação Verão, cinco pessoas morreram afogadas. Na temporada passada foi o dobro. Os dois casos mais rec
entes ocorreram na quinta-feira, ambos com moradores de Curitiba. Fernando Mendes Maria, 35 anos, estava no rio São João, em Morretes, com familiares. No local havia placa indicativa de perigo, desaconselhando o banho. Também no final da tarde de quinta, Renata Turra Grechinski, de 23 anos, surfava na barra do Rio Saí (divisa do Paraná com Santa Catarina). A corda que a ligava a prancha teria enroscado em algum entulho no fundo do mar e ela não conseguiu voltar à superfície. Mergulhadores fizeram buscas para tentar encontrar e remover o entulho, mas nada localizaram.
Siqueira reconhece que são raros os casos de afogamento de surfistas. “Geralmente são atletas com bom preparo físico, que sabem nadar, conhecem bem o funcionamento do mar e ainda estão ligados a um dispositivo flutuante, que é a prancha.”
Sem controle, cavas são perigo ainda maior
Ainda mais perigoso é se banhar em cavas – áreas de dragagem de areia, com profundidades variáveis. Na tarde de quinta-feira, quando eram registradas temperaturas acima dos 30 graus, a reportagem da Gazeta do Povo esteve em algumas cavas de Curitiba e região metropolitana. Numa delas, em Pinhais, bastou o carro do jornal chegar para que quase todos os 15 meninos que tomavam banho saíssem às pressas. Em outro ponto, bem no limite com Piraquara, grupos de rapazes e várias famílias se refrescavam. Pais e mães disseram estar atentos aos filhos pequenos. Já garotos, sem a supervisão de adultos, brincavam de saltos e mergulhos. Os rapazes chamam o local de prainha e dizem que não têm outra opção de lazer. Alguns confessam que frequentam as cavas todos os dias.
Luis Felipe do Rocio Rodrigues e Mailon Aparecido de Souza, ambos de 14 anos, contam que já souberam de mais de 30 mortes na região por afogamento. No mesmo lugar em que brinca, Mailon perdeu um primo, de 29 anos, que não sabia nadar e foi jogado na água pelos amigos. Os meninos alegam que conhecem bem o lugar e que não há perigo porque a água é rasa. A quantidade de casos fatais de afogamentos em cavas e represas é maior do que no mar. Tais locais não contam com a supervisão de guarda-vidas. Em algumas cavas há placas indicando que o banho é proibido ou perigoso.
Só acidente de trânsito mata mais
Segunda maior causa de morte por acidente de crianças e adolescentes, atrás apenas das colisões de trânsito, os afogamentos podem ser evitados. A ONG Criança Segura fez um levantamento com os dados de mortalidade mais recentes do Ministério da Saúde, de 2009, e aponta que 1.376 menores de 14 anos morreram afogados no Brasil naquele ano. Quase a metade dos óbitos aconteceu em águas naturais – mar, lagos e rios. Apenas 7% dos casos foram registrados em piscinas. Os meninos foram vítimas duas vezes mais frequentes do que as meninas: 67% das mortes foram de garotos e 33%, garotas.
Alessandra Françoia, coordenadora nacional da ONG, defende que a adoção de algumas medidas, tanto pelo poder público como pelas famílias, são capazes de reduzir drasticamente os números de morte por afogamento. “Existem experiências no mundo que provam isso.”
Primeiros socorros
Países que investiram na prevenção, ensinando técnicas de primeiros socorros ou oferecendo aulas de natação para crianças registraram melhoria considerável nos índices”, avalia. Ela destaca que o clima tropical do Brasil e a quantidade imensa de locais para banho colaboram para a incidência de casos de afogamento.
Além de campanhas de conscientização, Alessandra acredita que algumas políticas públicas podem ser adotadas para prevenir casos, como a exigência legal de cercar piscinas e a obrigação de manter salva-vidas em clubes. Mas ela salienta que a maior parte dos cuidados cabe aos pais. Supervisionar e falar com os filhos sobre os riscos, explicando, por exemplo, os perigos de brincadeiras como empurra-empurra são atitudes simples.
Recomendações
Para não correr riscos na hora do banho de mar, na piscina ou rios:
• Seja visto: banhe-se em locais mais movimentados.
• Prefira locais na área de cobertura de salva-vidas.
• A água não deve ultrapassar a altura do umbigo.
• Evite áreas com pedras e encostas.
• Perceba que há diferenças entre a forma de nadar no mar, no rio e na piscina.
Nos casos de crianças:
• Usar sempre colete salva-vidas ou boias.
• Supervisionar o banho.
• Repreenda brincadeiras que simulem afogamento e pedidos de socorro.
• Manter o banheiro fechado e os baldes e bacias longe do alcance.
• Deixar a piscina coberta.
Sem abusos
Preste atenção às atitudes não recomendadas:
• Entrar na água após ingerir bebida alcóolica.
• Banhar-se em momentos de pouca visibilidade.
• Comer e entrar na água menos de duas horas depois.
• Brincar de empurra-empurra ou afogamento.
• Desrespeitar placas que proíbem o banho ou indicam perigo.
• Acreditar que a água rasa não oferece risco.
• Imaginar que porque sabe nadar não está exposto a riscos.
• Entrar na água sozinho.
• Nadar em cavas, represas ou locais de profundidades variáveis.
Sugestões
Veja como proceder em caso de perigo de afogamento:
• Mantenha a calma.
• Não tenha vergonha: levante a mão e peça ajuda.
• Tente flutuar. No mar é inclusive mais fácil boiar do que no rio e em piscinas. Respirar fundo e encher o pulmão fica mais fácil para flutuar.
• Não se canse tentando vencer a corrente.
• Se souber nadar bem, fuja da corrente de retorno nadando em diagonal rumo à areia.
• Se souber um pouco, nade de lado, só para sair do local da corrente.
• Se não souber nadar, use as forças que restam para pedir ajuda.Mesmo após uma hora de imersão ainda é possível, em alguns casos, realizar o salvamento. Os bombeiros do Paraná já salvaram vítimas que estavam 10 minutos submersas e não tiveram sequelas
Fonte / Foto Gazeta do Povo
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Grupo Anonymos já atacou cinco sites nesta sexta-feira. O primeiro foi o Banco Central, depois deixaram instáveis os sites dos bancos Citibank, BMG e Panamericano. O site da Febraban saiu do ar por volta das 12h40
Após deixar o site do Banco Central do Brasil, o grupo Anonymos comemorou a invasão ao site daFederação Brasileira de Bancos (Febraban) por meio do Twitter. Uma mensagem dos hackers no microblog informava que o site da Febraban deve apresentar problemas por maior período nesta sexta-feira (3).
Os hackers já atacaram cinco sites nesta sexta-feira. O primeiro foi o BC, depois deixaram instáveis os sites dos bancos Citibank, BMG e Panamericano. O site da Febraban saiu do ar por volta das 12h40. Esse foi o quinto dia de ataques do grupo Anonymos.
Os hackers
disseram ter “calibrado as armas” atacando o site do Banco Central e planejavam outras açõe s ainda para esta sexta-feira (3). O acesso ao site do Banco Central não era possível por volta das 10h30. A página da internet já funcionava por volta das 10h40. O site do Citibank chegou a ficar fora do ar por volta das 11h45, mas já estava normalizado por volta das 12h30. No fim da manhã, os hackers fizeram novos ataques aos sites dos bancos BMG e Panamericano. Os sites ainda estavam fora do ar, por volta das 12h30.
A assessoria de imprensa do Banco Central informou, por volta das 11h50, que o sistema e as transações feitas por meio do site não foram afetados pela ação do grupo Anonymous. O BC confirmou que houve lentidão e instabilidade.
A reportagem entrou em contato com assessoria de imprensa do Citibank, por volta das 11h45, e aguarda o retorno. Até as 13 horas, não foi possível entrar em contato com a assessoria de imprensa da Febraban.
Outros ataques
Nos últimos quatro dias, os sites do HSBC, Itaú, Bradesco e Banco do Brasil foram atacados.
Na quinta, o ataque foi direcionado ao site do banco HSBC que apresentou lentidão e dificuldades de acesso. A assessoria de imprensa do HSBC não confirmou o ataque. Segundo nota, o portal do banco está apresentando um volume de acessos acima do esperado. “O HSBC está trabalhando para normalizar o serviço e esclarece aos clientes que há outros canais alternativos de atendimento, como caixas eletrônicos e Phone Center”, informa a assessoria do banco.
A meta dos hackers é invadir um site de banco por dia nesta semana. O grupo diz que os ataques da chamada #OpWeeksPayment – algo como “operação semana de pagamento de salários” – têm como objetivo alertar a população brasileira sobre a injustiça e a corrupção no país.
O grupo Anonymous tem utilizado de uma técnica de ataques de negação distribuída de serviço, oDDOS (um acrônimo em inglês para Distributed Denial of Service), que consiste em bombardear um servidorcom pedidos de acesso para um site até que ele atinja o limite de sua capacidade e fique indisponível. Segundo especialistas em segurança da informação, este tipo de ataque não oferece grandes riscos à segurança de dados armazenados, mas deve ser acompanhado com atenção, pois eventualmente pode ser um disfarce para que os hackers tentem outras formas de invasão ao servidor alvo. Fonte Gazeta do Povo
Informações para saber sobre as condições das estradas
POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL PERABEIRABA (47) 3464-1282
POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL SERRA DO MAR (41) 3443-2029
OU 0800-7251771
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