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Notícias .:. Geral

O monitoramento é a principal alternativa para evitar que algumas praias brasileiras desapareçam devido à escassez progressiva da areia e à erosão costeira. De acordo com especialistas, a situação no Brasil ainda não é crítica, mas pode se agravar nas próximas décadas com as mudanças climáticas e o aumento do nível do mar, que deve chegar a 50 centímetros até o final do século. O acompanhamento da evolução do problema permite que sejam identificadas as alternativas mais eficazes para amenizar esta situação, que no Paraná atinge a praia de Matinhos e a prainha de Guaratuba.
Um fator importante a ser verificado em relação ao possível desaparecimento das praias é a frequência com que ocorre o transporte de sedimentos, conforme ressalta o geólogo e geógrafo Dieter Muehe, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ele explica que este é um fenômeno natural e constante, que faz parte da dinâmica das praias. O deslocamento da areia acontece a partir do contato da água do mar com a costa. Tempos depois, o sedimento é reposto pelo mesmo movimento, que causa o efeito semelhante a uma sanfona.
Engorda de Matinhos só em 2012
Um dos pontos do litoral paranaense mais afetados pela erosão, a praia de Matinhos irá passar por obras para ampliação da faixa de areia. O projeto que pretende conter o avanço do mar tem conclusão prevista para 2012.
A licença ambiental para a realização dos trabalhos foi concedida no primeiro semestre deste ano e a verba disponível para as obras chega a R$ 22 milhões (R$ 11 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal, e R$ 11 milhões do governo do estado). A previsão é que a retirada da areia do fundo do mar, que irá ocupar a faixa na costa que será ampliada, comece em novembro.
Além de Matinhos, a prainha de Guaratuba e o balneário de Pontal do Sul também sofrem com o avanço do mar. Em Santa Catarina, a Praia da Armação e a Barra da Lagoa, em Florianópolis, além da praia de Barra Velha, em Barra do Sul, registram os casos mais graves do Sul do estado. (CGB)
A mudança na direção das ondas, a intensidade das tempestades e a força dos ventos são fatores naturais que também contribuem para o deslocamento dos sedimentos. “Este é um processo de longo prazo, que demora 10, 20 anos. É preciso diagnosticar as praias que estão realmente com ‘sinal amarelo’”, afirma. O pesquisador cita as ressacas ocorridas em 2001, que afetaram o litoral das regiões Sul e Sudeste e que se repetiram apenas neste ano, quase 10 anos depois, mas não representam o processo de desaparecimento das áreas atingidas.
Para identificar quais praias precisam de intervenção, Muehe indica o monitoramento por imagens de satélites, um dos procedimentos mais eficazes, que exige empenho das prefeituras e dos governos estaduais. A medida é potencializada a partir da parceria com universidades, que permite a realização de pesquisas topográficas frequentes. A partir deste levantamento é que são definidas quais ações podem amenizar o problema. O alto investimento para estes estudos ainda é um empecilho para o desenvolvimento de programas na área, principalmente quando se leva em consideração que os reais impactos serão percebidos em algumas décadas. “Dificilmente um prefeito faz uma ação para se precaver contra um evento que vai acontecer daqui 50, 100 anos”, alerta o geólogo.
Prevenção
O muro de retaguarda é uma das alternativas mais empregadas para evitar o avanço do mar. A medida, no entanto, causa prejuízos à faixa de areia, pois impede que, depois de removidos, os sedimentos sejam repostos pelo movimento das ondas. “Esta ação é uma das piores e agrava o problema. Percebemos que onde tem pedra, não temos mais faixa de areia”, afirma o professor do câmpus litoral da Universidade Federal do Paraná Rangel Angelotti. Quando o muro de contenção não é forte o suficiente para conter o avanço do mar, ocorre a erosão, com a consequente destruição da barreira e o envio de resíduos para o mar.
O aumento da faixa de areia é considerado o melhor procedimento para conter o avanço do mar. A engorda, como é chamada a medida, consiste na alimentação das praias com material retirado do oceano que apresenta características semelhantes aos grãos da areia da praia, o que permite a continuidade do fluxo sedimentar na faixa de areia.
Risco é maior em regiões urbanizadas
As praias urbanas são as mais prejudicadas com a escassez progressiva da areia e a erosão costeira. O geólogo e professor da Universidade de Santa Catarina (UFSC) Norberto Olmiro Horn Júnior alerta que a atuação do homem acelera esta ocorrência. “A influência do homem não é a causadora do problema, mas a ocupação da interface entre o continente e o oceano favorece o processo de erosão”, diz.
O fenômeno ocorre devido à ocupação na área de dinâmica das ondas, onde a movimentação marítima e as correntes de maré realizam o processo de escassez e acúmulo de areia. A presença de casas próximas à praia exige a instalação de muros de contenção para evitar a destruição das construções, o que causa a perda da faixa de areia e a erosão da área construída.
Em 50 anos, a Praia da Armação, em Florianópolis, perdeu 40 metros de praia, com grande aproximação do mar nas construções. Para evitar a destruição das casas, o ideal é manter a distância de pelo menos 50 metros da área de interface da praia nas áreas urbanas, onde não é possível retirar a estrutura já existente. Nas regiões não urbanizadas, a indicação é iniciar as construções em no mínimo 200 metros, distância que prevê o recuo e avanço do mar sem causar danos. “As medidas realizadas são paliativas, que não trazem resultados a longo prazo. Precisamos de uma equipe multidisciplinar, que pense sobre o que realmente é melhor para a praia”, observa Horn. (CGB)
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Notícias .:. Política

Começou com um caseiro, passou pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) até chegar à filha de um candidato ao Palácio do Planalto. Escândalos nacionais que envolvem agentes do Estado em transgressões ao direito constitucional à privacidade têm se repetido nos últimos quatro anos no Brasil. E a impunidade colabora para que não haja perspectiva de que eles acabem.
Em março de 2006, Francenildo Costa, caseiro de uma mansão em Brasília, teve violado o sigilo de uma conta bancária na Caixa Econômica Federal. Seis meses depois, a Polícia Federal concluiu que a violação foi feita a mando do então ministro da Fazenda, Antônio Palocci. A intenção seria mostrar que Francenildo tinha recebido dinheiro para denunciar a presença de Palocci em festas promovidas por lobistas na casa em que trabalhava.
Lina Vieira
Suspeitas de aparelhamento desde 2009
As suspeitas de um possível uso político da Receita Federal começaram no ano passado, quando a ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira acusou a então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, de ter solicitado mais “agilidade” nos processos que envolviam Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Na época, a presidenciável disse que nunca havia tratado do assunto em qualquer reunião reservada com a servidora. Imagens de segurança que poderiam comprovar a presença de Lina em uma audiência no Palácio do Planalto não foram encontradas.
As suspeitas de ingerência política na administração do órgão provocaram protestos e 32 pedidos de exoneração. Apontada como um dos pontos fortes da administração federal em eficiência, a Receita passou a ser tratada como nova referência de aparelhamento ideológico do governo. Os rumores cresceram nos últimos meses, com a quebra ilegal do sigilo de membros do PSDB e de Verônica Serra.
“É claro que temos consciência de que não se governa com inimigos. Mas as indicações partidárias devem se restringir aos órgãos decisórios do Poder Executivo. Mas aparelhar pontos centrais da burocracia, como a Receita, é maléfico em vários sentidos, inclusive no da eficiência”, diz o cientista político João Paulo Peixoto, da Universidade de Brasília.
Para ele, o aparelhamento ideológico da burocracia desencadeia um processo de discriminação. “Ao criar uma barreira partidária, você limita a cidadania porque se dedica a vigiar este ou aquele. É a negação do princípio fundamental da democracia.” (AG)
“A corda sempre estoura do lado mais fraco.” Marco Aurélio Mello, ministro do STF, sobre o caso Francenildo.No ano passado, o STF arquivou o pedido de abertura de investigação contra o ex-ministro feito pelo Ministério Público Federal. Após a votação, que acabou em 5 a 4, o ministro Marco Aurélio Mello desabafou. “A corda sempre estoura do lado mais fraco”, disse.
Até os “mais fortes”, no entanto, sofrem com abusos. Em 2008, o então presidente do STF, Gilmar Mendes, teve gravada ilegalmente conversa com o senador Demóstenes Torres (DEM-GO). O grampo teria sido feito por alguém ligado à Agência Brasileira de Inteligência (Abin), mas a investigação não identificou qualquer suspeito.
Na semana passada, foi a vez de Verônica Serra, filha do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, virar protagonista de um novo crime contra a privacidade. O contador Antonio Carlos Atella Ferreira assinou uma procuração falsa, com a qual foram violadas informações sigilosas de Verônica junto à Receita Federal. O caso ocorreu em 2009, mas só foi divulgado terça-feira. O PSDB afirma que o PT estaria coletando informações para usar na eleição; o PT nega.
“A gravidade não está no parentesco ou na posição social de quem foi atingido, mas na falta de garantias a todos os cidadãos”, diz o presidente da Associação dos Magistrados do Brasil, Mozart Valadares. Para ele, além da punição judicial, é necessário que o Estado seja mais rápido nas sanções administrativas, como afastamento e demissão dos envolvidos. “O próprio secretário da Receita [Otacílio Cartaxo] admitiu que a quebra de sigilo ocorreu de forma fraudulenta. Independentemente de estarmos ou não em um período eleitoral, a sociedade espera uma resposta mais eficaz.”
Na mesma linha, o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, diz que a sucessão de crimes contra a privacidade é fomentada pela falta de punições. “A impunidade é o fermento desse tipo de desvio.” Segundo ele, é preciso preservar a imagem do Estado democrático de direito como uma figura “libertadora” e não “opressora”.
O professor de ética e filosofia política da Universidade de Campinas (Unicamp), Roberto Romano, explica que a burocracia é o núcleo central das democracias modernas. E que os dois eixos que regem uma burocracia autônoma aos governos são a hierarquia e o sigilo. Para Romano, ambos foram afetados nos escândalos recentes.
“O que você tem em comum em todos esses casos é uma desobediência do escalão inferior da burocracia e uma falta de penalização da superior.” O professor também alerta que o maior risco da violação de sigilo fiscal é afetar a legitimidade da arrecadação de impostos.
Na opinião da professora Vera Karam Chueiri, do Núcleo de Estudo de Direito Constitucional da Universidade Federal do Paraná, é perigoso focar a questão sobre um aspecto político-eleitoral. “Estamos em um período sensível, mas a situação precisa ser investigada como um vício maior. Digamos que o crime é um fato plantado. Ou que ele realmente aconteceu. Para evitar distorções, esse deve ser um tema de Estado.”
Fonte Gazeta do Povo
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Notícias .:. Policial
“Tutancamon” chegou à capital na tarde deste sábado em um helicóptero da PM de Santa Catarina. Ele será transferido para Centro de Triagem II, em PiraquaraPreso na madrugada deste sábado (04), em Joinville, Santa Catarina, Paulo Roberto Pereira Quintal, 36 anos, acusado de envolvimento na morte do delegado de Pontal do Paraná, José Antonio Zuba, chegou em Curitiba às 16h30, acompanhado de um forte aparato policial. Transferido em um helicóptero da polícia militar de Santa Catarina, "Tutancamon" como é conhecido, foi levado para sede do Centro de Operações Especiais (Cope), no Hauer.De acordo com o delegado da Polícia Civil em Joinville, Rodrigo Bueno Gusso, o suspeito também responderá pelos delitos cometidos em Santa CatarinaSaída de "Tutancamon" de Santa Catarina para o Paraná.Segundo o delegado-chefe do Cope, Hamilton Cordeiro da Paz, Paulo Quintal será interrogado na sede do Cope e, por questão de segurança, será transferido ainda neste sábado, para o Centro de Triagem II, em Piraquara. "Como o crime mais grave aconteceu no Paraná, nós solicitamos a transferência dele na Justiça", diz.De acordo com o delegado da Polícia Civil em Joinville, Rodrigo Bueno Gusso, o suspeito também responderá pelos delitos cometidos em Santa Catarina. "Além do duplo homicídio, cometido no Paraná, Paulo foi autuado por porte ilegal de armas e falsidade ideológica em Santa Catarina e ele vai responder por estes crimes", explica. O delegado Hamilton da Paz afirma que o inquérito está concluído e relatado. "Faltava apenas prender o último suspeito. Agora ele será interrogado. As informações coletadas serão enviadas para o Judiciário de Matinhos, onde ele responderá por duplo homicídio", explica.PrisãoPaulo Roberto Pereira Quintal estava sendo procurado desde o último dia 26 e foi detido pela Polícia Militar após desembarcar de um ônibus noTerminal Central de Joinville. Ele não ofereceu resistência à prisão e estava bastante debilitado fisicamente, já que confirmou que passou os últimos nove dias escondido no mato.Com “Tutancamon”, a PM catarinense encontrou duas armas. Uma pistola 9 mm e uma submetralhadora calibre 380 e farta munição, com mais de 70 projeteis. Populares reconheceram o homem no ônibus e avisaram a polícia. Policiais sem farda entraram no mesmo veículo e passaram a seguir o suspeito. Quinze policiais participaram do cerco, que contou até com o uso de um helicóptero da PM.Morte de delegado“Tutancamon” teria participado do assassinado do delegado Zuba no dia 24 de agosto, durante uma abordagem policial em um camping de Pontal do Paraná. Desde então, as polícias militar e civil do Paraná iniciaram uma busca aos quatro acusados de envolvimento na morte com mais de 200 policiais. O primeiro suspeito, Francisco Diego Vidal Coutinho, 20 anos, foi preso no dia do crime, Felipe “Tex” e Paulo “Gauchinho” foram mortos em confronto com a polícia.Fonte Gazeta do Povo
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Notícias .:. Geral

Movimento será intenso nas rodovias que ligam a capital ao litoral paranaense e catarinense. Tráfego de veículos rumo a São Paulo e ao interior do Paraná também será grande
O fluxo de veículos que deixam Curitiba com destino ao litoral e interior do estado, Santa Catarina e São Paulo será intenso a partir da tarde desta sexta-feira (3). Nas principais rodovias que ligam a capital às demais localidades, o movimento aumenta até as 22h. No sábado (4), o trânsito volta a piorar do início da manhã até por volta das 15h. Entre os destinos preferidos de quem vai aproveitar a folga do feriado de 7 e 8 de setembro estão as praias do Paraná e de Santa Catarina para onde 120 mil veículos devem viajar entre a sexta-feira e o sábado.
Litoral do ParanáNo trecho da BR-277 que liga Curitiba às praias do litoral paranaense, cerca de 200 mil veículos devem circular nos dois sentidos da rodovia entre sexta-feira e quarta-feira (8). Segundo a concessionária Ecovia, que administra o trecho, o movimento esperado é 30% superior ao registrado no feriado do ano passado, que tinha um dia a menos.Clima
Temperaturas caem em quase todo o estado a partir de domingo.Operação Mão Única na PR-407
Na quarta-feira (08), a Ecovia, em parceria com o Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Departamento de Estradas e Rodagem (DER), realiza a Operação Mão Única na PR-407, em Praia de Leste. O fluxo de veículos no sentido praias será interrompido a partir das 13h30 para a instalação dos dispositivos de segurança. Entre 14h e 18h a via vai funcionar fica em mão única no sentido Curitiba e voltará ao normal após as 18h.
Só na sexta-feira, 27 mil carros devem deixar a capital com destino ao litoral. Picos acima de dois mil carros por hora estão previstos a partir das 17h até 22h. No sábado, mais de 37 mil veículos devem viajar para o litoral do estado com picos acima de 2,5 mil veículos por hora durante toda a manhã.
Litoral de Santa Catarina Nas BRs 376 e 101, que ligam Curitiba às praias do litoral catarinense, aproximadamente 65 mil veículos devem deixar a capital entre sexta-feira e sábado. De acordo com a concessionária Autopista Litoral Sul, que administra o trecho, o movimento será intenso principalmente das 16h às 22h de sexta-feira e das 9h às 15h de sábado. Na volta, o pico de movimento será registrado entre 16h e 22h da terça-feira (7) e quarta-feira (8).O movimento esperado de veículos rumo ao litoral catarinense é aproximadamente 30% superior ao registrado em um final de semana normal, quando, por dia, cerca de 25 mil carros passam pelo posto de pedágio de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. A concessionária avisa que no Contorno Leste de Curitiba (BR-116), dois trechos estão com restrição de tráfego em função de obras de recuperação do pavimento, iniciadas em agosto. As intervenções ocorrem entre o km 103 e o km 107 na pista sul (sentido Rio Grande do Sul) e entre o km 102 e o km 110 na pista norte (sentido São Paulo). Nesses trechos, os veículos trafegam em pista simples e pode haver lentidão.
Interior do ParanáNas rodovias que ligam Curitiba a Ponta Grossa, nos Campos Gerais, e ao Norte do estado, o movimento deverá aumentar 20% entre sexta-feira (3) e quarta-feira (8). A concessionária RodoNorte, que administra os trechos das BRs 376 e 277 e PR-151 estima que 493 mil veículos passem por trechos destas rodovias no período. O tráfego entre Curitiba e Ponta Grossa deve aumentar 20% na sexta-feira, passando dos 80,5 mil veículos para 96,7 mil. No sábado, o aumento deve ser ainda maior, totalizando 76% - 109,7 mil veículos ao todo, 47,5 mil a mais que em um sábado normal.O aumento no fluxo de veículos continua na volta quando o movimento será 21% maior na terça-feira (7) e 29% na quarta-feira (8). O trecho de maior movimento será na BR-277, entre Ponta Grossa e Curitiba. Neste percurso o fluxo será de aproximadamente 130 mil veículos – com picos de 30 mil e 34 mil na sexta-feira e no sábado. Na praça de pedágio de São Luiz do Purunã, a mais próxima a Curitiba, o movimento será superior a dois mil carros por hora das 17h até as 20h de sexta-feira. No sábado, o tráfego segue intenso principalmente entre 8h e 17h. Ás 11h deve ser registrado o pico do movimento com 2.566 carros/hora. São Paulo A concessionária Autopista Régis Bittencourt, que administra o trecho da BR-116 entre Curitiba e São Paulo, prevê um aumento de 20% no tráfego pela rodovia durante o feriado na comparação com dias normais. Os picos de movimento estão previstos para a tarde e noite de sexta-feira, das 18h às 22h, e entre 8h e 14h no sábado. Segundo a concessionária, será realizada uma operação especial na Serra do Cafezal – trecho de pista simples que vai do km 336 ao km 369, entre os municípios de Juquitiba (SP) e Miracatu (SP). Os acostamentos serão liberados para o tráfego e faixas reversíveis para aumentar a capacidade de volume de veículos por hora no trecho. Placas indicativas e de regulamentação vão orientar o trânsito que contará com a colaboração da Polícia Rodoviária Federal. RodoviáriaMais de 50 mil passageiros devem deixar a capital de ônibus entre sexta-feira (3) e sábado (4). Segundo informações da Urbanização de Curitiba S/A (Urbs), serão 700 ônibus partindo de Curitiba na sexta-feira e mais 640 no sábado. O movimento é aproximadamente o dobro do registrado em um fim de semana normal quando 380 ônibus deixam a capital.Os destinos principais são o interior do Paraná (35% do movimento), litoral do Paraná (25%), Santa Catarina, principalmente litoral (20% a 25%), São Paulo capital e cidades próximas (12%), Rio de Janeiro (3%) e Rio Grande do Sul (3%). A Urbs também informou que agentes da Diretran vão coordenar o trânsito nas proximidades da Rodoviária para que o maior movimento de ônibus e carros não gere complicações no tráfego. Eles vão atuar no cruzamento da Avenida Presidente Affonso Camargo com a Rua Schiller e na Avenida Sete de Setembro com a Rua Mariano Torres. Os semáforos das principais ruas e avenidas que dão acesso às rodovias também serão reprogramados para facilitar o fluxo de veículos que vão deixar Curitiba. Operação PRF
A Polícia Rodoviária Federal (PRF)vai realizar mais uma operação especial nas rodovias de sexta-feira até a meia-noite de quarta-feira. Todo o efetivo da PRF estará nas rodovias, auxiliando os motoristas, reprimindo as condutas de risco e autuando os motoristas, se necessário. Só em 2010, mais de 2.400 motoristas foram multados e 1.300 presos em flagrante. Para facilitar o fluxo dos automóveis, está proibida a circulação de veículos pesados, com excesso de altura, largura, peso ou comprimento, em trechos de pista simples no sábado, das 6h ao meio-dia, e na terça-feira, das 16h às 22h. TwitterA PRF prometeu manter as informações sobre as rodovias atualizadas de hora em hora na sua página do Twitter (@PRF191PR). A concessionária ecovia também utiliza o serviço e vai manter os usuários da estrada informados sobre as condições de trânsito e eventuais acidentes no seu Twitter (@ecovia). As concessionárias e a PRF também disponibilizam telefones para que os usuários comuniquem acidentes ou solicitem socorro. Ecovia: 0800-410-277. Autopista Litoral Sul: 0800-725-1771. RodoNorte: 0800-42-1500. Autopista Régis Bittencourt: 0800-7090-116. PRF: 191. Fonte Gazeta do Povo
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Caso foi registrado em Cascavel em junho de 2007. Justiça determinou que ele deve receber R$ 10 mil
Um trabalhador rural de Cascavel, no Oeste do Paraná, que foi impedido de entrar no Fórum da cidade calçando chinelos vai receber uma indenização de R$ 10 mil. O caso ocorreu em 2007 e agora a Justiça determinou o pagamento ao homem por danos morais e ofensa à dignidade humana.
Na época, Joanir Pereira iria participar de uma audiência trabalhista na cidade, mas não conseguiu entrar na sala de audiência, pois o juiz alegou que o homem não estava com roupas adequadas. Em documento oficial, o juiz Bento Luiz de Azambuja Moreira declarou que Pereira “compareceu em juízo trajando chinelo de dedos, incompatível com a dignidade do Poder Judiciário”. O trabalhador estava desempregado quando o fato foi registrado.
O pagamento de R$ 10 mil deve ser efetuado pela União, que tem 15 dias para recorrer da decisão ou então para entrar com uma ação contra o juiz Azambuja Moreira, responsável por impedir a entrada do homem no Fórum.
Fonte Gazeta do Povo

Dom, 05 de Setembro de 2010
O monitoramento é a principal alternativa para evitar que algumas praias brasileiras desapareçam devido à escassez progressiva da areia e à... Leia mais...

Sáb, 28 de Agosto de 2010
Ano de lançamento: 2010 Gênero: Ação Diretor (s): Harald Zwart Roteirista (s): Christopher Murphey e Robert Mark Kamen... Leia mais...

Seg, 30 de Agosto de 2010
Um jovem piloto de apenas 13 anos morreu neste domingo (29) após sofrer um acidente em uma prova de 250cc do USGPRU (United States Grand Prix Racers... Leia mais...